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Patrocínio da Cemig e da Minas-Brasil Seguradora  Lei Rouanet ESTRADA REAL DE VILLA RICA tem 18 composições inéditas baseadas inspiradas na história e nos destinos do ouro e do diamante mineiros dos séculos 18 e 19. Essa riqueza trafegava pela Estrada Real e tudo era severamente controlado pelo Rei de Portugal. Chegando aos limites entre as capitanias, as tropas e os tropeiros, os viajantes solitários, escravos e tudo que levavam era examinado nos Registros, postos de fiscalização onde o contador, o fiel, o soldado e o administrador exerciam forte vigilância.
Roteiro turístico A Estrada Real ainda tem caminhos originais conservados e vai se transformando no mais procurado roteiro turístico de Minas Gerais. Os seus freqüentadores fazem o turismo ecológico, histórico e místico. Rodovias como a Fernão Dias e a que liga BH ao Rio têm vários trechos que se superpõe ao traçado antigo da Estrada Real.
As canções Cada canção passa por alguma coisa que caracteriza aqueles tempos de ambição, riqueza, medo, traição, infortúnios. O dueto é apropriado aos sentimentos daquela época, e há muito deles nas composições. O Caminho velho e o Caminho novo, ligações entre Ouro Preto e Parati e entre Ouro Preto e Rio de Janeiro deram elementos para duas canções. O Santuário do Caraça, as tropas e os tropeiros, a estalagem, a afirmação da identidade mineira, a folia, a poesia do ambiente geográfico, o ânimo religioso e tantas outras circunstâncias históricas inspiraram cada composição do cd. ESTRADA REAL DE VILLA RICA está na colônia e está no império, na Capitania das Minas Geraes. O sul mineiro e suas terras altas da Mantiqueira lembram outra Minas Gerais entre tantas que se forjaram nos séculos da Coroa Portuguesa. As Entradas e as Bandeiras chegaram ao ouro mineiro e deram partida a uma seção da história brasileira.
Parceiros Celso Adolfo convidou Angelo Oswaldo, Álvaro Apocalypse, Iuri Popoff, Juarez Moreira e Leo Minax para parcerias em 09 das 18 composições. Convidados no CD
Fotos: Miguel Aun e Bianca Aun Raridade Cego de amor é uma modinha original do século 19 – publicada no volume de modinhas “Bouquet de Rosas” que foi encontrada em Diamantina numa pesquisa coordenada pela flautista Odette Ernest Dias da qual participou o Prof. Domingos Sávio Lins Brandão. Foi gravada pelo Colegium Musicum de Minas. Essa melodia foi letrada por Celso Adolfo para este CD. A gravação respeitou a partitura e o ambiente original da modinha, e foram usados flautas doce e transversal, cravo e baixo acústico na sua gravação. A letra foi inspirada na forma poética de Tomaz Antônio Gonzaga, poeta e mártir da Inconfidência Mineira. |